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Quem somos

HISTÓRICO

O fundador Jorge Brum Dias de Faria em 1996, como candidato a vereador do município, passou a visitar os portadores de deficiências do mesmo, o que lhe trouxe uma grande preocupação em ver tantas PPD (Pessoas Portadoras de Deficiências) que ficavam a margem de sociedade. Sua intenção principal era contribuir para o BPC (Beneficio de Prestação Continuada) e traçou como meta de sua campanha além desta contribuição a abertura da Escola APAE para atender as PPD (Pessoas Portadoras de Deficiências) do município. Assim iniciou seus trabalhos relacionando os alunos da cidade que frequentavam a APAE da cidade vizinha Caratinga. Foram feitas visitas às famílias mostrando as dificuldades e também o grande benefício que seria a implantação de uma APAE em Inhapim.       
Além dos alunos freqüentes da APAE de Caratinga foram relacionados, através de pesquisa de campo um grande número de excepcionais que não dispunham de nenhuma assistência especial, como sua condição requer. Foi realizado um trabalho para conseguir apoio financeiro por meio de contribuições de sócios com doações de R$3,00 acima.   
Aconteceu então a conquista deste primeiro espaço, foi providenciado o imóvel para funcionar. Foi feito um contato com o prefeito João Batista Marques, que se dispôs a ceder algumas salas no prédio do fórum da cidade, que estava sendo desocupado pelo Poder Judiciário.     
Com o espaço físico assegurado, foram confeccionados carnês de contribuição, talões personalizados, carimbos etc. 
Nesse mesmo período foram enviadas duas representantes para a APAE Caratinga, onde fizeram um  estágio  de observação na APAE de Caratinga. Destacou-se 03 mães que muito colaboraram no início dos trabalhos , Eva Vieira dos Santos, Maria Auxiliadora de Paula e Maria das Graças C Oliveira .
A APAE Inhapim, não chegou a funcionar neste local devido a mudanças administrativas. No ano de 1998 o vereador Jorge Brum Dias de Faria alugou uma casa a Rua Higino Fernandes, até que fosse votada  a Lei  de subvenção social na Câmara municipal, que veio facilitar os trabalhos.  
A APAE mudou de endereço 03 vezes, sendo o último, o atual, que até hoje é ocupado. Iniciou-se com portas abertas no dia 16 de março de 1998 com 43 pessoas atendidas. O quadro de funcionários era composto de 03 professores do estado Ana Lúcia Aleixo Oliveira, Maria Geralda da Silva e Edimar Aleixo da silva Marliere. Tínhamos 02 pessoas técnicas Célia de Moura e Maria Aparecida Martins Frias. Trabalhava-se com 01 fisioterapeuta, 01 fonoaudiologa, 01 psicologo  e uma pedagoga. A história da sede da APAE iniciou também com o vereador Jorge Brum, sendo ele presidente do Lions Clube de Inhapim, possuindo este clube uma sede com uma laje ele teve a idea de lançar uma campanha e doar a laje e a parte construída para a APAE, em contra partida a APAE construiria o salão para o Lions Clube. A campanha, com título Lions Clube “APAE 2000!” foi um sucesso, acontecido em 1999. Em 2000 no dia 7 de abril aconteceu a mudança para o  novo endereço. A campanha consistia em conseguir-se 100 pessoas que doassem durante 10 meses R$ 50,00, conseguiu-se 60 sócios que doaram bem mais de 10 meses foram até a inauguração . As responsáveis para que isto acontecesse foram: a diretora que até hoje está no cargo Marli Barbosa de Castro, presidente da APAE Editte Ferreira de Oliveira Fernandes e Marta Barbosa Ferreira, assistente social, que permanece no cargo.  Hoje a Apae passou por novas mudanças devido a novas conquistas e com certeza a história continuará, pois temos motivos suficientes para afirmar que esta obra não é nossa, em primeiro lugar é do Criador JESUS CRISTO.
A escolha do nome da Escola Especial Genadir de Souza Nicolau foi em homenagem ao aluno nascido em 18/08/1986, um aluno da escola muito querido e amado pelos funcionários da APAE e pela comunidade de Inhapim. Perdeu a mãe muito cedo e de saúde mental bastante comprometida. O pai o manteve preso em casa até o ano de 1999, quando o Pároco da cidade Padre José de Fátima Rosa, teve uma conversa com o pai que o liberou. Ele estava em fase de adaptação, pois ele vivia solto pela rua, tendo sua casa para dormir. Quando em 2001, no mês de Agosto veio a falecer, vítima de um acidente na BR116.